Haz pensado ya cuán invisibles somos los unos para los otros? Haz meditado ya cuánto nos desconocemos? Nos vemos y no nos vemos. Nos oímos y cada uno escucha tan sólo una voz que está dentro de él.
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domingo, 7 de julio de 2019
miércoles, 20 de diciembre de 2017
CECILIA MEIRELES
Fuente: Fernando Pessoa e seus heterônimos, facebook 23 de diciembre de 2016
Curiosidade sobre Cecília Meireles e Fernando Pessoa:
"O maior desejo da poetisa brasileira Cecília Meireles durante visita a Portugal era conhecer Fernando Pessoa. O poeta, porém, não compareceu ao encontro e deixou Cecília na espera por quase duas horas. Ao voltar ao hotel, ela topou com um livro e uma carta de pessoa. Nele, o gênio português pedia desculpas por não ter ido ao encontro. O motivo? Os astros diziam que os dois não podiam se encontrar naquele dia."
jueves, 23 de febrero de 2017
“Sou do tamanho do que vejo”, por Fernando Pessoa
“Releio passivamente, recebendo o que sinto como uma inspiração e um livramento, aquelas frases simples de Caeiro, na referência natural do que resulta do pequeno tamanho de sua aldeia. Dali, diz ele, porque é pequena, pode ver-se mais do mundo do que da cidade; e por isso a aldeia é maior que a cidade…
“Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura.”
E não do tamanho da minha altura.”
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Hora absurda de Fernando Pessoa
https://www.google.com/amp/s/lamemoriadelgato.wordpress.com/2017/02/10/hora-absurda-de-fernando-pessoa/amp/
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jueves, 9 de mayo de 2013
“Não tenhas nada nas mãos…” F PESSOA
“Não tenhas nada nas mãos…”
Não tenhas nada nas mãos
Nem uma memória na alma,
Nem uma memória na alma,
Que quando te puserem
Nas mãos o óbolo último,
Nas mãos o óbolo último,
Ao abrirem-te as mãos
Nada te cairá.
Nada te cairá.
Que trono te querem dar
Que Átropos to não tire?
Que Átropos to não tire?
Que louros que não fanem
Nos arbítrios de Minos?
Nos arbítrios de Minos?
Que horas que te não tornem
Da estatura da sombra
Da estatura da sombra
Que serás quando fores
Na noite e ao fim da estrada.
Na noite e ao fim da estrada.
Colhe as flores mas larga-as,
Das mãos mal as olhaste.
Das mãos mal as olhaste.
Senta-te ao sol. Abdica
E sê rei de ti próprio.
E sê rei de ti próprio.
Fernando Pessoa
Assinado com Ricardo Reis heterónimo
“No tengas nada en las manos…”
No tengas nada en las manos
ni una memoria en el alma,
ni una memoria en el alma,
que cuando un día en tus manos
pongan el óbolo último,
pongan el óbolo último,
cuando las manos te abran
nada se te caiga de ellas.
nada se te caiga de ellas.
¿Qué trono te quieren dar
que Atropos no te lo quite?
que Atropos no te lo quite?
¿Qué laurel que no se mustie
en lo arbitrios de Minos?
en lo arbitrios de Minos?
¿Qué horas que no te conviertan
en la estatura de sombra
en la estatura de sombra
que serás cuando de noche,
estés al fin del camino?
estés al fin del camino?
Coge las flores, mas déjalas
caer, apenas miradas.
caer, apenas miradas.
Al sol siéntate. Y abdica
para ser rey de ti mismo.
para ser rey de ti mismo.
DE CÓMO SER REY..ANA MARÍA BOVO
De cómo ser rey
creo que es así el final de un poema de Pessoa:
Siéntate al sol y abdica
para ser rey de ti mismo
Lo recordé al ver esta foto que le saqué a mi tío Alcides. Soltero, instalador de molinos a viento...
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martes, 14 de septiembre de 2010
Deixa-me Sonhar.FERNANDO PESSOA(1888.1935.LISBOA)
Dorme enquanto eu velo...
Deixa-me sonhar...
Nada em mim é risonho.
Quero-te para sonho,
Não para te amar.
A tua carne calma
É fria em meu querer
Os meus desejos são cansaços.
Nem quero ter nos braços
Meu sonho do teu ser.
Dorme, dorme. dorme,
Vaga em teu sorrir...
Sonho-te tão atento
Que o sonho é encantamento
E eu sonho sem sentir. Duerme mientras yo velo...
Déjame soñar...
Nada en mí es risueño.
Te quiero para sueño,
No para amarte.
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